Planners e smartphones lideram produtos buscados no Google antes do Natal

A proximidade do Natal faz com que as pessoas procurem pelos presentes nas redes sociais. Um levantamento do Google mostrou que planners e smartphones lideram a lista de itens mais buscados. Os dados mostraram que entre os dias 5 e 11 de dezembro, o planner foi o produto com maior crescimento de buscas na comparação com o mesmo período do ano passado, aumentando em 43.546%.

Já os smartphones mantiveram a alta, com três modelos no top 10 de itens de maior interesse. São eles o Samsung A32, que teve alta de 36.436% em relação ao ano passado; o iPhone 13 Pro, que registrou crescimento de 21.722%, e o iPhone 13, que atingiu um aumento de buscas de 2.076%.

Um outro item que registrou um crescimento expressivo para as compras de Natal foi o chinelo nuvem, com aumento de 12.512%.

Planejamento e perfil de compras

O planejamento para as compras parece estar mais organizado pelas pessoas. Segundo uma análise do Google em parceria com o Ipsos – que realiza pesquisa de Mercado e Opinião Pública -, realizada com 1.200 brasileiros entre 28 de outubro e 8 de dezembro, os consumidores estão mais decididos sobre o que vão comprar para o Natal deste ano, na comparação com o ano anterior.

Os dados revelam que 54% das pessoas já sabem o modelo e tipo de produto que querem, 39% definiram pelo menos a marca, e 33% já decidiram se comprarão online ou presencialmente. Em 2020 esses números eram, respectivamente, 41%, 31%, e 30%.

Além disso, a pesquisa exclusiva do Google, realizada entre 2 e 5 de dezembro com mil brasileiros conectados, revelou que mesmo com o avanço da vacinação e flexibilização das restrições de circulação, muitas pessoas tem optado por compras online. De acordo com o levantamento, 46% preferem realizar compras presencialmente, enquanto 54% ainda escolhem compras virtuais.

Mas a expectativa dos consumidores muda conforme a percepção do que vão encontrar ao utilizar cada um dos modos. Pela internet, muitos esperam aproveitar bons preços e entrega rápida, e podem desistir da compra caso isso não se concretize.

O levantamento mostra que 49% decidem não comprar quando um item é mais caro do que o esperado, 24% desistem de uma compra se o tempo de entrega for grande, 18% que evitam comprar itens cujo estoque precisa ser reposto e 9% cancelam um pedido após a compra quando sabem que o tempo de entrega será longo demais.

Presencialmente, por outro lado, os motivos que levam à desistência são outros. A pesquisa mostrou que, para evitar deslocamentos desnecessários, 64% dos entrevistados fazem pesquisas relacionadas ao que vão consumir, incluindo informações sobre lojas mais próximas, horário de funcionamento, entre outros quesitos.

Outro quesito levado em conta pelos consumidores que participaram são as condições dos ambientes das lojas para a prevenção da covid-19. Metade dos entrevistados afirmaram acreditar que os estabelecimentos não estão mais tomando as medidas preventivas necessárias e 51% disseram que preferem uma experiência de compra sem contato.

Fonte: Uol Economia

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